Mas começoa conhecer realmente o Gonzalo desde o ano de 1989, quando tentava fazer-me um homem de bem estudando para me formar ( maldito síndrome de títulos dos finais dos anos 80 e que hoje continua ). Por favor, não me interpretem mal, claro que é estupendo estudar e ter um título, mas sempre e quando um …………………….
Um belo dia fui a casa do Gonzalo saudá-lo e desde esse mesmo dia soube que algo extraordinário me iria acontecer e não tardou mais de uma semana para que aquele pressentimento se tornasse realidade.
Uma tarde disse-me para o acompanhar numa ida ao casino de Madrid e imediatamente lhe disse que sim. Nesse dia ele ganbhou 12 milhões de pesetas no Black Jack e no dia seguinte ganhou mais 13 milhões ( em dois dias ganhou 25 milhões de pesetas ); a mim tremeram-me as pernas quando vi tanto dinheiro junto, acostumado às 1.500 ptas que me davam os meus pais para o fim de semana.
É nessa época que conheço realmente os filhos do Gonzalo, meus primos Iván, Oscar ( costumava comprar gomas quando ia a sua casa e olha onde está agora ) , Guzmán, Pablo e Vanessa ( és maravilhosa prima ).
A partir desse dia converti-me num “ Pelayo “ e seguindo o nosso compromisso fui ganhar dinheiro na roleta, coisa que conseguimos em deterimento dos cofres dos casinos de Madrid, Viena, Paris, Copenhaguen, Sitges, Villajoyosa e um grande etc de Casinos em meio mundo. Via-me como Don Pelayo, tendo tudo contra e lutando em Covadonga contra as hordes muçulmanas.
Hoje, 29 de Agosto de 2007, casado, com uns anos a mais e chegando à fatídica e fina lina do quarentão, volto a recordar e a viver as experiências passadas desta vez a partir do maravilhoso mundo que é o poker.
Só me falta dizer uma coisa, obrigado Gonzalo.
Christian García-Pelayo